Compositor: Juanes, Jorge Franco
(Na rua, na esquina)
(Na praça, no quarteirão, cara)
(Está de volta a Rosario Tijeras)
(Melhor se esconder)
Ela se chamava Rosário
Era quem mandava no bairro
Com sua pistola na mão
Sempre pronta pra matar
Entre ódios e desilusões
Rosário era a número um
Nunca amou nem foi amada
Nos seus olhos, sempre existiu dor
Tudo foi porque, na sua infância
Um desgraçado a violentou, e ela se vingou
Era Rosario Tijeras, a da pistola, espelhinho e batom
Na sua bolsa, sempre cheia de vício, sexo, balas, prazer e dor
A das mil e uma vidas, pam-pam-pam
Rosario nunca amou nem foi amada
Nos seus olhos, sempre existiu dor
Tudo foi porque, na sua infância
Um desgraçado a violentou, e ela se vingou
Confundiu o amor
Foi uma bala que entrou no seu coração
Nunca chorou
E na sua alma, sempre se ouvia um choro
De tantos que matou
Um veio gravemente ferido e se vingou
Assim, Rosario morreu
E no cemitério, ninguém chorou por ela
Nos seus olhos, sempre existiu dor
Tudo foi porque, na sua infância
Um desgraçado a violentou, e ela se vingou
Confundiu o amor
Foi uma bala que entrou no seu coração
Nunca chorou
E na sua alma, sempre se ouvia um choro
De tantos que matou
Um veio gravemente ferido e se vingou
Assim, Rosario morreu
E no cemitério, ninguém chorou por ela
Confundiu o amor
Nunca chorou
De tantos que matou
Um veio gravemente ferido e se vingou
Assim, Rosario morreu
E no cemitério, ninguém chorou por ela